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Polícia Militar prende suspeitos de cometer chacina em João Pessoa

A Polícia Militar prendeu, por volta das 16h desta sexta-feira (8), três homens e uma mulher suspeitos de terem cometido uma chacina que deixou cinco pessoas mortas na madrugada desta sexta no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

Segundo o coronel Lívio Sérgio Delgado, os supeitos estavam dentro de carro que funcionava como transporte clandestino nas próximidades da área conhecida como Três Lagoas, no bairro de Oitizeiro, provavelmente tentando sair da cidade. Ainda segundo a PM, os suspeitos serão levados para Delegacia de Homicídios na Central de Polícia da capital.

Conforme o coronel Lívio, entre os supeitos há um adolescente e um fugitivo da penitenciária média de Mangabeira. "A mulher que foi detida entre os suspeitos é irmã de uma das vítimas. Iremos levar todos para delegacia para descobrir a motivação dos assassinatos. Ainda nos parece muito confusa toda essa história", afirmou o coronel. Policiais Militares do 5° Batalhão descobriram uma residência usada pelos suspeitos para se esconder, no município de Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa. No local encontraram drogas e uma grande quantia em dinheiro, material que também será levado para Central de Polícia.

As cinco pessoas foram assassinadas a tiros na madrugada desta sexta-feira (8) em um galpão no bairro Mangabeira, em João Pessoa. No momento do chacina uma criança dormia no galpão, mas não foi atingida pelos tiros. Na hora do crime, o pai do bebê, que não quis se identificar, disse ao G1 que mora no local há três anos e que no momento dos disparos só pensou em proteger a família. “Eu me agarrei com o bebê. Eu, minha mulher e minha filha. A gente ficou segurando para ela não se assustar com os tiros. Ela não chorou porque a gente protegeu ela logo”, disse o pai do bebê de um mês.

Pelas investigações, a polícia acredita que quatro pessoas estavam bebendo no galpão quando os criminosos chegaram atirando. A quinta vítima dormia em um dos cômodos, quando foi acordada e atingida pelos tiros. Segundo o comandante, o galpão era utilizado como ponto de venda de drogas. “Com as mulheres mortas a gente apreendeu drogas que estavam escondidas nas partes íntimas”, disse Lívio Sérgio.

Os corpos foram encaminhados para Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) em João Pessoa. A polícia acredita que o crime tenha sido motivado por conta da disputado por ponto de venda de drogas.

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